Sustentabilidade
Agricultura Sustentável

Inovação para
Agricultura Sustentável

A AgroCP tem a sustentabilidade como um dos pilares da sua atuação. Desenvolve soluções que conciliam produtividade agrícola e responsabilidade ambiental.

Por meio da inovação e do uso de tecnologias baseadas em ciência, a empresa busca reduzir os impactos ambientais do manejo nutricional, especialmente no que se refere às emissões de gases de efeito estufa.

Nesse contexto, os fertilizantes organominerais surgem como uma alternativa estratégica. Eles ajudam a otimizar o uso do nitrogênio no solo, aumentam a eficiência agronômica e contribuem para uma agricultura mais sustentável e de baixo carbono.

de óxido nitroso (N₂O) em Solos Fertilizados

O processo de emissão
de óxido nitroso (N₂O) em Solos Fertilizados

Quando a ureia ([CO(NH₂)₂]) é aplicada ao solo, ela passa por um processo de hidrólise mediado pela enzima urease. Esse processo transforma a ureia em carbonato de amônio [(NH₄)₂CO₃].

Esse composto se decompõe rapidamente, liberando amônia (NH₃) e bicarbonato (HCO₃⁻), o que eleva o pH ao redor dos grânulos de fertilizante.

Com o aumento do pH, parte do amônio (NH₄⁺) se converte em amônia, que pode volatilizar para a atmosfera. Nesse ambiente, também pode ocorrer sua oxidação, com formação de N₂O. O amônio restante segue para o processo de nitrificação e, em condições anaeróbicas, passa pela desnitrificação, também resultando na formação de N₂O.

Em condições de alta umidade, as emissões de N₂O podem alcançar 1,25% do nitrogênio aplicado. Esse dado é relevante, considerando que o N₂O possui um potencial de aquecimento global 296 vezes superior ao CO₂.

Fertilizantes Organominerais
como Redutores de Emissões

Fertilizantes organominerais, como CPMULT e CPTURBO, são alternativas promissoras para reduzir as emissões de gases de efeito estufa. Ao combinar uma matriz orgânica com minerais, esses fertilizantes ajudam a estabilizar o nitrogênio no solo, atuando como tampões de pH e reduzindo a volatilização de amônia.

No solo, o nitrogênio passa por processos biológicos naturais. Na nitrificação, realizada por bactérias como Nitrosomonas e Nitrobacter, a amônia é convertida em formas menos voláteis e mais disponíveis para as plantas. Já em condições anaeróbicas, ocorre a desnitrificação, que pode gerar N₂O e aumentar o impacto ambiental.

Os fertilizantes organominerais ajudam a desacelerar essas transformações, mantendo o nitrogênio em formas aproveitáveis por mais tempo. Além disso, as substâncias húmicas presentes nesses produtos aumentam a capacidade de troca catiônica e aniônica do solo, promovendo a adsorção de amônio e nitrato. Isso reduz perdas por lixiviação e volatilização e melhora a eficiência do uso do nitrogênio.

Pesquisas indicam que o uso desses fertilizantes pode reduzir as emissões em cerca de 28%, conforme estudos do professor Carlos Cerri.

Fertilizantes Organomineraiscomo Redutores de Emissões

No gráfico abaixo, são apresentados os dados referentes ao trabalho realizado pelo Prof. Carlos Cerri, demonstrando a média de diminuição de emissão de Carbono Equivalente (CO2e), em 28%, CO2e é uma medida padronizada que expressa o impacto dos diferentes gases do efeito estufa em termos do potencial de aquecimento global do dióxido de carbono (CO₂).

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Produzir Mais,
Impactar Menos

Dessa forma, o uso de fertilizantes organominerais representa um avanço sustentável na agricultura, ao otimizar a eficiência dos nutrientes e reduzir as emissões de CO₂ e N₂O.

Essas práticas contribuem para a mitigação do efeito estufa, promovem uma agricultura de baixo carbono e atendem às demandas sociais por um manejo mais sustentável e produtivo.

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